Vamos do início, bem do começo onde tudo começou a fazer sentido.
Não que uma vida antes da independência não faça sentido, mas as coisas começam a ter um valor real quando se tornam só suas. Suas atitudes, suas escolhas, seus erros tudo por você e por sua causa. Egoísmo? Talvez. Bom, pelo menos nesse início sim.
Não que uma vida antes da independência não faça sentido, mas as coisas começam a ter um valor real quando se tornam só suas. Suas atitudes, suas escolhas, seus erros tudo por você e por sua causa. Egoísmo? Talvez. Bom, pelo menos nesse início sim.
A minha vida 'egoísta' começou bem cedo, mas não por 100% de vontade minha. Sempre brinquei falando que moraria com minha família até os 30 anos. Seria assim se ela não se desfizesse antes.
Seria mais uma história triste e um texto deprimente se eu fosse contar, mas eu já superei essa coisa de ter perdido minha base tão cedo, e ter tido que me virar.
Me virei, revirei e rebolei pra não cair nessa de coitada.
Seria mais uma história triste e um texto deprimente se eu fosse contar, mas eu já superei essa coisa de ter perdido minha base tão cedo, e ter tido que me virar.
Me virei, revirei e rebolei pra não cair nessa de coitada.
Comecei a trabalhar e me sustentar bem nova, pra ser exata aos 16. Quando digo "me sustentar" não é só pagar minha comida e moradia, foi tudo, inclusive meus vícios e lazeres.
Comecei de estagiária não forense no MP, depois fui trabalhar em um Hotel e por fim capitalizei uma paixão e comecei a cantar na noite, o que me dava um dinheirinho bom e eu fazia algo q amava.
Comecei de estagiária não forense no MP, depois fui trabalhar em um Hotel e por fim capitalizei uma paixão e comecei a cantar na noite, o que me dava um dinheirinho bom e eu fazia algo q amava.
Nessa época eu morava com a minha mãe num quarto nos fundos da casa da minha tia. Foi uma época meio punk, meio bossa nova e rock'n'roll.
Eu vivia uma tristeza profunda por não ter mais um lar e uma familia bonitinha tradicional no qual eu havia vivido até ali, mas eu era bem feliz por ter saúde e pique pra fazer tudo o que eu queria, porque era isso que eu tava vivendo. Minha incrível independência aos 17 anos!
Meu ritmo era intenso.
Intensidade: essa é a definição do início da minha vivência.
Uma vida começando... com muita música, álcool, cigarros, noites viradas, shows, trabalho, e muito pique.
Tive tudo que uma jovem sonha ter, ainda mais eu que era fruto prisioneiro de uma criação bem rígida.
Eu vivi grandes paixões, grandes ilusões, grandes ganhos e perdas, grandes descobertas, tudo de forma intensa. Nada que durasse mais de 1 ano ou 1 hora, mas as coisas aconteciam de formas inesquecíveis pra mim.
Uma vida começando... com muita música, álcool, cigarros, noites viradas, shows, trabalho, e muito pique.
Tive tudo que uma jovem sonha ter, ainda mais eu que era fruto prisioneiro de uma criação bem rígida.
Eu vivi grandes paixões, grandes ilusões, grandes ganhos e perdas, grandes descobertas, tudo de forma intensa. Nada que durasse mais de 1 ano ou 1 hora, mas as coisas aconteciam de formas inesquecíveis pra mim.
Eu sentia até um pouco de falta de disciplina e tempo pro que eu vivia.
Não que eu não gostasse, mas não havia um limite pra eu pousar, eu não olhava por outros olhos. Nessa fase era eu e eu.... o tal egoísmo gritava na minha rotina.
Ao mesmo tempo que eu só me vivia, eu queria abraçar o mundo comigo.
Foi aí que aconteceu o inesperado pra aquilo tudo que eu passava.
A dança q era solta e sem ritmo, virou dança a dois...dois pra lá e dois pra cá.






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